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As principais informações e novidades do coop no Brasil e no mundo!

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06/11/2026

Sistema OCB/MT participa de conferência internacional sobre o futuro do cooperativismo de seguros no Canadá

Diretor Institucional, Ricardo Balbinot, acompanha debates e intercâmbio de experiências entre lideranças de cooperativas e seguradoras mutualistas de mais de 60 países. O Sistema OCB/MT participa da Conferência Bienal da Federação Internacional de Cooperativas e Seguradoras Mútuas (ICMIF 2026), realizada de 3 a 6 de novembro, em Toronto, no Canadá. Considerado um dos principais encontros internacionais do cooperativismo voltado ao ramo de seguros, o evento reúne lideranças e representantes de organizações de mais de 60 países para discutir tendências, desafios e oportunidades para o futuro do setor. A delegação brasileira conta com a participação de Ricardo Balbinot, presidente da Cresol Mato Grosso e Diretor Institucional do Sistema OCB/MT, e Hugo Andrade, coordenador de Ramos do Sistema OCB. Durante a programação, os representantes acompanham discussões sobre temas estratégicos para o mercado de seguros, como resseguro, cosseguro, transição demográfica, mudanças ambientais e questões geopolíticas. A conferência também proporciona um ambiente de integração e compartilhamento de experiências entre organizações de diferentes países, permitindo conhecer modelos de atuação, soluções e estratégias adotadas em outros mercados. Para Ricardo Balbinot, a participação no encontro amplia as possibilidades de aprendizado e fortalece a conexão do cooperativismo brasileiro com as discussões que orientam o desenvolvimento do setor em âmbito internacional. “Estar presente em um encontro dessa dimensão é uma oportunidade de conhecer experiências, acompanhar tendências e estabelecer conexões com organizações que enfrentam desafios semelhantes aos nossos. O intercâmbio internacional contribui para ampliar nossa visão sobre o cooperativismo de seguros e identificar caminhos para fortalecer o segmento no Brasil, sempre considerando as particularidades do nosso mercado e o potencial de transformação do modelo cooperativista”, destaca. Intercâmbio e perspectivas para o Brasil Além dos debates e apresentações, a participação brasileira tem sido marcada pelo diálogo com representantes de diferentes mercados, incluindo delegações da Inglaterra, Portugal, Guatemala e Argentina. As conversas permitem apresentar o cenário do cooperativismo brasileiro, conhecer experiências internacionais e identificar oportunidades de colaboração. O desenvolvimento das cooperativas de seguros no Brasil também desperta o interesse dos participantes. O intercâmbio contribui para ampliar o conhecimento sobre os diferentes modelos de organização do segmento, compreender os desafios regulatórios e operacionais e reunir referências que possam apoiar a estruturação e a consolidação desse ramo no país. A Conferência Bienal da ICMIF segue até 6 de novembro, com sessões plenárias, painéis temáticos e atividades de relacionamento entre as lideranças participantes. Fonte: Sistema OCB/MT com informações do Sistema OCB Nacional
Sistema OCB/MT participa de conferência internacional sobre o futuro do cooperativismo de seguros no Canadá
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05/11/2026

Sistema OCB/MT participa de missão comercial na China para prospectar oportunidades para as cooperativas

Presença na CIIE 2026 e em agendas empresariais busca aproximar o cooperativismo mato-grossense do mercado asiático e ampliar conexões internacionais O Sistema OCB/MT participa de uma missão comercial na China, organizada pela Invest MT, iniciativa do Governo de Mato Grosso, com o objetivo de ampliar as relações comerciais do estado com o mercado asiático e identificar novas oportunidades para os setores produtivos mato-grossenses, incluindo o cooperativismo. O superintendente da instituição, Frederico Azevedo, integra a comitiva, que reúne 62 participantes, entre representantes de 47 empresas e sete entidades. A missão teve início em 1º de novembro, em Hong Kong, com agendas voltadas à promoção comercial, inovação e aproximação com investidores. Entre os compromissos estiveram encontros direcionados ao mercado de carnes halal, reuniões institucionais e participação na Hong Kong FinTech Week, evento internacional de tecnologia financeira, empreendedorismo e conexão entre empresas e investidores. Em Xangai, onde a comitiva permanece até 11 de novembro, a programação começou nesta quarta-feira (4) com o Fórum Empresarial China–Brasil 2026, que reuniu discussões sobre energia, minerais estratégicos, cadeias de suprimentos, cooperação financeira, inovação e sustentabilidade no agronegócio. Na quinta-feira (5), a agenda contempla a Cúpula de Cooperação Econômica e Comercial Brasil–China 2026, além da abertura oficial da 9ª China International Import Expo (CIIE), uma das principais feiras de importação do país, realizada de 5 a 10 de novembro. Mato Grosso participa da CIIE com um estande no National Exhibition and Convention Center, em que serão apresentados o potencial produtivo do estado e oportunidades de negócios. A abertura oficial do espaço está prevista para sexta-feira (6), às 10h30, com atendimentos comerciais, reuniões com empresas parceiras e encontros direcionados a diferentes segmentos econômicos. A programação também prevê atividades voltadas à cadeia produtiva do feijão e de outras leguminosas, ao mercado chinês de carnes, ao comércio eletrônico e ao setor automotivo. Para o Sistema OCB/MT, a participação representa uma oportunidade de aproximar as cooperativas das dinâmicas do comércio internacional e compreender as demandas de um dos mercados mais relevantes para a produção estadual. Durante a feira, Frederico Azevedo destacou o interesse dos compradores chineses e de outros países do Sudeste Asiático por produtos como soja, milho, algodão e carne, além da crescente demanda por soluções relacionadas ao setor energético. “Estamos aqui na maior feira de alimentos da China, junto com a Invest MT, para falar sobre o cooperativismo e, principalmente, identificar oportunidades para as nossas cooperativas. Existe uma demanda muito forte pela compra direta de produtos que Mato Grosso produz, como soja, milho, algodão e carne. Também há um interesse expressivo na área de energia”, destacou o superintendente. Transição energética e sustentabilidade no centro das discussões Além das oportunidades comerciais, a missão permite acompanhar de perto as transformações econômicas e produtivas em curso na China. Nas agendas realizadas em Xangai, temas como segurança energética, descarbonização, financiamento e relações comerciais entre Brasil e China estiveram entre os principais assuntos discutidos. A transição energética, em especial, ganhou destaque. Segundo Frederico, o país asiático demonstra forte interesse em diversificar suas fontes de energia e reduzir a dependência de combustíveis fósseis. Entre as alternativas em discussão estão o uso de etanol e biodiesel, o desenvolvimento de tecnologias para o transporte marítimo com amônia e hidrogênio e outras soluções de menor impacto ambiental. “O ESG não é uma tendência passageira na China, é uma realidade. Eles estão discutindo alternativas para reduzir a dependência de combustíveis fósseis, como o uso de etanol e biodiesel, além de tecnologias com amônia e hidrogênio no transporte marítimo. É importante entendermos esses movimentos e as oportunidades que eles podem representar para Mato Grosso”, observa Frederico. Outro tema abordado foi a cooperação financeira entre os dois países, com discussões sobre alternativas para viabilizar operações comerciais diretas entre Brasil e China, inclusive em renminbi, moeda chinesa. Cooperativismo conectado ao mercado global Ao integrar a missão, o Sistema OCB/MT fortalece sua atuação institucional na articulação de oportunidades para as cooperativas mato-grossenses. A presença em um ambiente que reúne empresas, investidores e representantes de diferentes setores permite ampliar relacionamentos internacionais, acompanhar tendências e prospectar possibilidades de negócios. A iniciativa está alinhada ao compromisso da instituição de apoiar o desenvolvimento das cooperativas e contribuir para que estejam cada vez mais preparadas para os desafios e as oportunidades de um mercado globalizado.
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29/10/2026

Aprendizados do WCM reforçam compromisso do cooperativismo mato-grossense com a formação de pessoas

Cooperativas reconhecidas pelo programa Cooperativas que Aprendem participaram do evento em Belo Horizonte, com apoio institucional do Sistema OCB/MT Investir no desenvolvimento das pessoas é uma estratégia para fortalecer a gestão, estimular a inovação e ampliar os resultados do cooperativismo. Essa foi uma das mensagens levadas pelas cooperativas mato-grossenses que participaram do World Coop Management (WCM) 2026, realizado nos dias 19 e 20 de outubro, em Belo Horizonte (MG), com apoio institucional do Sistema OCB/MT. A comitiva de Mato Grosso foi formada por representantes de cooperativas reconhecidas na edição 2026 do Cooperativas que Aprendem, iniciativa do Sistema OCB/MT que estimula o desenvolvimento humano e fortalece a cultura da aprendizagem contínua no cooperativismo estadual. O reconhecimento considera o engajamento das cooperativas na plataforma CapacitaCoop entre 1º de janeiro e 31 de agosto de 2026. Nesse período, foram registrados 6.693 cursos concluídos, resultado que demonstra o compromisso de cooperados e colaboradores com a qualificação e o desenvolvimento profissional. Para Frederico Azevedo, superintendente do Sistema OCB/MT, o reconhecimento reforça o compromisso das cooperativas com suas estratégias de desenvolvimento. “Essas cooperativas entenderam que investir em comunicação e educação é investir no próprio negócio. O reconhecimento é importante, mas representa mais uma etapa de uma jornada contínua. O CapacitaCoop segue à disposição das cooperativas, oferecendo oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para fortalecer cada vez mais o cooperativismo”, destaca. Os números do CapacitaCoop demonstram a evolução do compromisso das cooperativas mato-grossenses com a aprendizagem contínua.  Em 2024, registramos 1.485 cursos concluídos na plataforma. Em 2025, ultrapassamos 5 mil e, em 2026, já caminhamos para superar 9 mil cursos concluídos. “Esse crescimento reforça o papel do CapacitaCoop como a plataforma de educação cooperativista, ampliando o acesso ao conhecimento e às oportunidades de desenvolvimento. Além disso, nossa equipe de Educação está à disposição para apoiar as cooperativas na construção de trilhas de aprendizagem personalizadas, alinhadas à realidade, aos desafios e às necessidades de cada organização. Nosso objetivo é contribuir para que a educação seja cada vez mais estratégica, conectada ao dia a dia das cooperativas e capaz de gerar resultados para as pessoas e para os negócios”, destaca Karla Silva, coordenadora de Inovação Educacional e Social do Sistema OCB/MT. Conhecimento que chega à cooperativa Com o tema “Fusão”, parte da trilogia estratégica “Ouse integrar”, o WCM 2026 reuniu lideranças e profissionais do cooperativismo para discutir os desafios da gestão, da liderança e da inovação. Entre os assuntos em destaque estiveram as transformações tecnológicas, o uso da inteligência artificial e a importância de integrar novas ferramentas ao desenvolvimento humano. As discussões reforçaram que acompanhar essas mudanças exige não apenas acesso à tecnologia, mas também pensamento crítico, criatividade e capacidade de transformar conhecimento em soluções para as cooperativas. A troca de experiências entre profissionais de diferentes áreas também contribuiu para ampliar perspectivas sobre os caminhos para fortalecer a gestão e preparar as organizações para novos desafios. “A participação no WCM reforça a importância de manter a aprendizagem contínua como parte da estratégia das cooperativas. Em um cenário de transformações tecnológicas, investir no desenvolvimento das pessoas é fundamental para ampliar a capacidade de inovar, aprimorar a gestão e transformar novos conhecimentos em resultados”, pontua o superintendente do Sistema OCB/MT. Para Lisângela Passarelo da Coabra, a experiência contribuiu para ampliar o olhar sobre o engajamento das pessoas e a importância de levar os aprendizados para o cotidiano da cooperativa. Ela também destaca que iniciativas simples, quando conduzidas com disciplina e propósito, podem gerar mudanças significativas. “O evento foi uma oportunidade de trocar experiências, fortalecer a motivação e refletir sobre como levar esses aprendizados para dentro da cooperativa. Muitas vezes, conseguimos alcançar grandes resultados com poucos recursos, desde que haja disciplina, alinhamento e compromisso. O importante é que esse trabalho faça a diferença não apenas para a cooperativa e seus cooperados, mas também para as pessoas e a comunidade com as quais ela se relaciona”, afirma. Aprendizado que gera novos resultados Na Comajul, a expectativa é transformar os conhecimentos adquiridos no evento em ações práticas, envolvendo cada vez mais os colaboradores no desenvolvimento da cooperativa. Para Ulisses da Silva Melo, representante da cooperativa, a participação no WCM reforça a importância de ampliar o acesso às oportunidades de capacitação e estimular o envolvimento das equipes. “Esperamos levar os conhecimentos adquiridos no WCM para o dia a dia da cooperativa, incentivando os colaboradores a colocá-los em prática e contribuindo para o nosso crescimento”, afirma. O representante também destaca a intenção de incentivar os colaboradores a participar mais das capacitações e das iniciativas do movimento cooperativista. A expectativa é que esse envolvimento contribua para o desenvolvimento das equipes e gere novos resultados para a organização. Estratégia, competitividade e desenvolvimento das comunidades A participação no WCM também proporcionou reflexões sobre como integrar conhecimentos, experiências e informações de diferentes contextos para aprimorar a tomada de decisões e fortalecer a atuação das cooperativas no mercado. Para Valdomiro Neto Lopes da COOMSER, a programação se destacou pela interação e pela conexão entre diferentes perspectivas, com potencial para gerar resultados positivos tanto para as cooperativas quanto para as comunidades onde estão inseridas. “Um evento magnífico, muito bom, com muita interação, comunicação e informação nacional e internacional. Todas elas conectadas, planejadas e organizadas para que tenhamos melhores decisões, para que possamos colocar a cooperativa sempre no mercado, à frente das outras empresas, e conseguir resultados excelentes, interagindo a cooperativa, os cooperados e o resultado da comunidade”, avalia. Cooperativas reconhecidas em 2026 As cooperativas destaque do programa Cooperativas que Aprendem receberam apoio institucional para participar do WCM 2026, além de certificado oficial de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido em educação e desenvolvimento de pessoas e divulgação institucional nos canais do Sistema OCB/MT. Confira as cooperativas reconhecidas: Ramo Agropecuário Coabra Comajul Cooperfibra Coopergrãos Cooperativa Univale Ramo Crédito Credisis Primacredi Sicredi Ouro Verde MT/PA Sicoob Primavera Sicredi Sudoeste MT/PA Sicredi Grandes Rios MT/PA/AM Ramo Saúde Unimed Cuiabá Unimed Vale do Sepotuba Unimed Rondonópolis Federação Unimeds de Mato Grosso Unimed Norte Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços (TPBS) – Segmento Educacional Cepel Educanobres Cooperar Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços (TPBS) – Segmento Mineral Coogavepe Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços (TPBS) – Segmento Trabalho Cooperfrente Coomser Coopservs Ramo Transporte Coopertrans-MT Cooperbarra Cootram
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27/10/2026

Mato Grosso tem dois finalistas no Prêmio SomosCoop Melhores do Ano 2026

Sicredi Grandes Rios MT/PA/AM concorre na categoria Cultura Cooperativista, e jornalista do jornal A Gazeta representa o estado na categoria Imprensa Mato Grosso está entre os destaques do cooperativismo nacional no Prêmio SomosCoop Melhores do Ano 2026. O estado tem dois representantes entre os 30 finalistas da premiação promovida pelo Sistema OCB: a Sicredi Grandes Rios MT/PA/AM, na categoria Cultura Cooperativista, e a jornalista Juliana Santos Alves, do jornal A Gazeta (MT), na modalidade Impresso/Digital da categoria Imprensa. A edição de 2026 é a maior da história do prêmio, com 839 cases inscritos nas seis categorias destinadas às iniciativas de cooperativas e 243 trabalhos jornalísticos. Ao todo, 18 projetos cooperativistas foram selecionados como finalistas, com três concorrentes por categoria, além de 12 trabalhos da imprensa, distribuídos em quatro modalidades. A participação mato-grossense também se destaca pelo número de inscritos: 47 cooperativas e 14 trabalhos jornalísticos do estado concorreram nesta edição, evidenciando a diversidade de iniciativas que fortalecem o cooperativismo e ampliam sua visibilidade na sociedade. Realizado a cada dois anos pelo Sistema OCB, o Prêmio SomosCoop Melhores do Ano reconhece iniciativas que demonstram, na prática, como o cooperativismo contribui para transformar realidades, gerar oportunidades e promover o desenvolvimento das comunidades. Sicredi Grandes Rios transforma participação em impacto social Na categoria Cultura Cooperativista, a Sicredi Grandes Rios MT/PA/AM é finalista com o case “Transformando participação em impacto: Assembleia de Núcleos como agente de desenvolvimento social”. A iniciativa surgiu em 2022, após a autorização do Banco Central para a realização de assembleias digitais. A partir desse novo cenário, a cooperativa passou a repensar a participação dos associados nos processos democráticos, buscando conectar o exercício da governança a benefícios concretos para as comunidades. O modelo estabelece que, para cada votação validada nas Assembleias de Núcleos, R$ 30 sejam destinados ao Fundo Social da cooperativa, além dos recursos já previstos estatutariamente para iniciativas comunitárias. Assim, a participação dos associados nas decisões contribui diretamente para o financiamento de projetos sociais nos municípios onde a cooperativa atua. Os resultados demonstram a dimensão alcançada pela iniciativa. O número de associados participantes das Assembleias de Núcleos passou de 10.309, em 2022, para 69.667, em 2026. No mesmo período, os recursos destinados ao Fundo Social cresceram de R$ 915,6 mil para R$ 2,42 milhões. Outro avanço foi a redução dos custos operacionais das assembleias, de R$ 2,07 milhões, em 2021, para R$ 303,6 mil, em 2026. Desde a implantação do modelo, mais de 660 mil pessoas foram beneficiadas direta e indiretamente pelos projetos apoiados pelo Fundo Social. Para o diretor executivo da Sicredi Grandes Rios, Sidnei Bremm, a indicação representa o reconhecimento de uma iniciativa que traduz a essência do cooperativismo ao unir gestão democrática, participação consciente e desenvolvimento comunitário. “Mais do que ampliar o engajamento dos associados, a experiência demonstra como a participação nas decisões da cooperativa pode gerar resultados que ultrapassam seus limites organizacionais e alcançam a sociedade”, destaca Bremm. Jornalismo que fortalece a cultura cooperativista Mato Grosso também está entre os finalistas na categoria Imprensa, na modalidade Impresso/Digital. A jornalista Juliana Santos Alves, do jornal A Gazeta (MT), concorre com a matéria “Educação financeira forma uma geração para o futuro”. A indicação reconhece a produção jornalística que aborda um tema fundamental para a formação de cidadãos mais conscientes: a educação financeira. Ao levar esse assunto ao público por meio da imprensa, o trabalho integra o conjunto de produções que contribuem para ampliar o debate sobre questões relacionadas ao desenvolvimento econômico e social. A presença de um trabalho jornalístico mato-grossense entre os finalistas reforça a importância da comunicação para dar visibilidade a iniciativas, projetos e temas que impactam a vida das pessoas. No contexto do cooperativismo, a imprensa exerce papel relevante ao aproximar a sociedade das experiências e contribuições do setor. Reconhecimento para o cooperativismo de Mato Grosso A presença dos dois representantes de Mato Grosso na etapa final do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano 2026 evidencia diferentes formas de contribuição para o fortalecimento do cooperativismo: de um lado, uma iniciativa que transforma participação democrática em impacto social; de outro, um trabalho jornalístico reconhecido nacionalmente. Os vencedores serão anunciados no dia 8 de dezembro, durante cerimônia em Brasília (DF). Até lá, a presença de Mato Grosso entre os finalistas já representa uma oportunidade de ampliar a visibilidade das boas práticas desenvolvidas no estado e valorizar o trabalho das cooperativas e dos profissionais que contribuem para levar o cooperativismo cada vez mais longe.
Mato Grosso tem dois finalistas no Prêmio SomosCoop Melhores do Ano 2026
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26/10/2026

Cooperar para Crescer leva educação cooperativista a mais de 8 mil crianças em Mato Grosso

Iniciativa do Sistema OCB/MT encerra turnê em Cuiabá após passar por 24 municípios, atender 34 escolas e capacitar mais de 100 professores O teatro como ferramenta de aprendizagem e a formação de educadores como estratégia para fortalecer a cultura da cooperação. Essa combinação marcou a trajetória do Programa Cooperar para Crescer, iniciativa do Sistema OCB/MT realizada no âmbito do Dia de Cooperar (Dia C), que encerrou nesta quinta-feira (22), na Escola Cooperar, em Cuiabá. Ao longo de quatro meses, o projeto levou os valores do cooperativismo a mais de 8 mil crianças e contribuiu para a formação de mais de 100 professores em Mato Grosso. Ao todo, a iniciativa alcançou 34 escolas, distribuídas em 24 municípios, com a participação de mais de 15 cooperativas parceiras. Os resultados reforçam o potencial da educação cooperativista para aproximar crianças e educadores de valores como solidariedade, ajuda mútua, responsabilidade e trabalho coletivo. Para o superintendente do Sistema OCB/MT, Frederico Azevedo, o programa representa um investimento na formação de pessoas e na construção de uma sociedade mais colaborativa. “Levar o cooperativismo às escolas é investir na formação de cidadãos que compreendam, desde a infância, a importância da cooperação, do respeito e da construção coletiva. Com o Cooperar para Crescer, unimos a linguagem lúdica do teatro à formação dos professores, ampliando as possibilidades de trabalhar esses valores no cotidiano escolar. É uma forma de contribuir para que a cultura da cooperação seja vivenciada dentro e fora da sala de aula”, destaca. Teatro e formação que se complementam Um dos destaques do programa é o espetáculo Chapeuzinho Vermelho — Cooperar para Crescer, uma releitura do clássico infantil que transforma a história em uma experiência de aprendizagem interativa. Com música, alegria e participação do público, a peça apresenta os princípios e os ramos do cooperativismo de maneira acessível ao público infantil. Na narrativa, Chapeuzinho descobre que os desafios podem ser enfrentados de forma mais efetiva quando há colaboração. A proposta é aproximar o universo das crianças dos valores cooperativistas, estimulando reflexões sobre convivência, solidariedade e trabalho em equipe. A receptividade das crianças também emocionou a equipe da Escola Cooperar, que recebeu a última apresentação. Para Rita de Cássia Marques França, da orientação de ensino da instituição, a apresentação foi marcada pelo envolvimento dos alunos e pela parceria com o Sistema OCB/MT. “Foi muito emocionante ver cada rostinho das crianças sorrindo e participando. Nossa escola está caminhando para o crescimento, e a OCB tem nos dado muita força nesse sentido. Só temos a agradecer por todo esse apoio e esperamos continuar com essa parceria”, afirma. A diretora de ensino da Escola Cooperar, Denise Stopa também destacou a importância da iniciativa para ensinar às crianças valores que podem ser praticados desde os primeiros anos de vida. “Esse teatro representa um momento muito especial, em que aprendemos o valor e o significado da cooperação. Desde pequenos, precisamos compreender a importância de ajudar o próximo e compartilhar. Assim, podemos trabalhar juntos em prol das outras pessoas”, ressalta. A iniciativa também investe na continuidade desse aprendizado por meio da formação dos educadores. A trilha Cooperativismo na Escola: Formação para Educadores 2026 oferece dois cursos complementares, totalmente on-line e gratuitos, com carga horária total de 17h30 e certificação do Sistema OCB. O primeiro curso aborda a educação cooperativista e sua aplicabilidade em sala de aula. O segundo, Ensinando Cooperativismo para Crianças, apresenta possibilidades práticas para inserir o tema na rotina escolar. Com autonomia para organizar os estudos, os professores podem aprofundar os conceitos apresentados no teatro e transformá-los em atividades pedagógicas. Segundo Tatiane Perondi, gerente de Educação e Promoção Social do Sistema OCB/MT, a proposta é fazer com que a educação cooperativista acompanhe o desenvolvimento das crianças e contribua para a formação de cidadãos mais conscientes e colaborativos. “O programa foi criado para levar a educação cooperativista às escolas de Mato Grosso. Em parceria com as cooperativas, oferecemos uma trilha de formação para os professores e, para as crianças, o teatro da Chapeuzinho Vermelho. Dessa forma, trabalhamos os princípios cooperativistas, o significado de uma cooperativa e como desenvolver a competência da cooperação desde a educação básica até a vida adulta”, explica. Parceria para ampliar o alcance da cooperação A atuação conjunta com as cooperativas é parte fundamental do programa, contribuindo para aproximar o Sistema OCB/MT das comunidades e ampliar o alcance das ações de educação cooperativista. Ao integrar cultura, educação e participação social, o Cooperar para Crescer fortalece a presença do cooperativismo nas escolas e cria oportunidades para que seus princípios sejam conhecidos e vivenciados desde a infância. O encerramento marca a conclusão de mais um ciclo da iniciativa e reforça o compromisso do Sistema OCB/MT com a disseminação da cultura cooperativista em Mato Grosso, por meio de ações que conectam o movimento cooperativo à educação e ao desenvolvimento das comunidades.
Cooperar para Crescer leva educação cooperativista a mais de 8 mil crianças em Mato Grosso
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23/10/2026

Sistema OCB/MT participa de iniciativa nacional que aproxima poder público do cooperativismo de crédito

7ª etapa do projeto Conhecer para Cooperar foi realizada em Mato Grosso, com recepção da Sicredi Central Centro Norte, para apresentar a realidade das cooperativas e ampliar o diálogo com instituições públicas e reguladores O Sistema OCB/MT participou, nesta sexta-feira (23), da 7ª etapa do projeto Conhecer para Cooperar – Ramo Crédito, iniciativa do Sistema OCB que busca aproximar representantes de instituições públicas, órgãos reguladores e lideranças do mercado financeiro da realidade do cooperativismo de crédito. Em Mato Grosso, a programação teve como anfitriã a Sicredi Central Centro Norte. A iniciativa promove o intercâmbio de experiências e o contato direto com as práticas do setor, contribuindo para ampliar a compreensão dos formuladores de políticas públicas sobre o funcionamento das cooperativas, seus desafios e suas oportunidades de desenvolvimento. A agenda reúne representantes de instituições como Banco Central, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e Ministério da Fazenda, além de lideranças do cooperativismo de crédito que integram o Grupo de Trabalho Executivo do Conselho Consultivo Nacional do Ramo Crédito (CECO). Durante o encontro, o superintendente do Sistema OCB/MT, Frederico Azevedo, destacou a importância da iniciativa para aproximar as instituições das diferentes realidades regionais do cooperativismo brasileiro. “Ficamos muito felizes em receber vocês e colocamos o Sistema OCB/MT à disposição para contribuir com informações e com o que for necessário. Acreditamos muito na importância de estar próximo das comunidades e de conhecer as realidades regionais. O Brasil é muito grande e tem realidades muito distintas. Em Mato Grosso, enxergamos oportunidades expressivas de crescimento, e essa aproximação é fundamental para identificar potencialidades e compreender as necessidades do setor”, afirmou. Azevedo também parabenizou o Sistema OCB pela realização do projeto e ressaltou a relevância do diálogo entre as instituições públicas e o cooperativismo para identificar oportunidades e fortalecer o ambiente de desenvolvimento das cooperativas.
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23/10/2026

Seminário do Sistema OCB/MT reúne mais de 160 representantes de cooperativas para discutir a Reforma Tributária

Evento em Cuiabá reuniu especialistas para orientar o setor sobre as mudanças no sistema tributário e os preparativos para a transição Mais de 160 lideranças, dirigentes e colaboradores de cooperativas participaram, nesta quinta-feira (22), do Seminário Tributário promovido pelo Sistema OCB/MT, em Cuiabá. O evento reuniu especialistas para discutir as novas regras da Reforma Tributária, os impactos da transição para o novo modelo de tributação sobre o consumo e as medidas necessárias para que as cooperativas se adaptem às mudanças previstas a partir de 2027. A programação foi estruturada para aproximar o setor cooperativista das discussões técnicas e orientar as cooperativas sobre os pontos que exigem atenção desde já, como a gestão de créditos tributários, a revisão de contratos, a atualização de cadastros e sistemas e a adequação dos processos internos. Para o superintendente do Sistema OCB/MT, Frederico Azevedo, o momento exige planejamento e capacitação para que as cooperativas compreendam as mudanças e estejam preparadas para aproveitar as oportunidades do novo sistema tributário. “Estamos diante de uma mudança estrutural na tributação brasileira, e a preparação precisa começar agora. As cooperativas devem buscar conhecimento, avaliar os impactos das novas regras sobre suas operações e se organizar para tomar decisões com segurança. O Sistema OCB/MT tem um papel fundamental nesse processo, oferecendo capacitações, orientações técnicas e iniciativas de apoio, como o trabalho de qualificação dos profissionais da contabilidade que atendem o setor. Nosso objetivo é contribuir para que as cooperativas atravessem essa transição preparadas, preservem sua competitividade e aproveitem as oportunidades previstas na Reforma Tributária”, destaca. CBS: créditos tributários e impactos na operação das cooperativas A programação da manhã começou com a palestra sobre a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), ministrada por Amanda Oliveira Rezende, gerente jurídica da OCB Nacional. A especialista abordou as novas regras, o funcionamento dos créditos tributários e os impactos da reforma para os diferentes ramos do cooperativismo. Amanda ressaltou que a CBS possui características próprias e não deve ser confundida com o atual regime de PIS e Cofins. Entre as mudanças está a adoção de uma sistemática de não cumulatividade que permitirá a apropriação de créditos tributários, o que exige atenção especial de cooperativas de ramos que não estão habituadas a esse modelo, como Trabalho e Transporte. A especialista destacou, ainda, a importância de as organizações manterem controles adequados dos créditos tributários e avaliarem seus efeitos sobre os custos e a formação de preços. Para as cooperativas agropecuárias, a recomendação inclui analisar os créditos acumulados de PIS e Cofins e planejar seu aproveitamento durante a transição. “É muito importante que as cooperativas tenham essa gestão, analisem esses créditos para identificar qual é a carga tributária efetiva, porque é essa carga tributária que vai acabar impactando o preço dos produtos e dos serviços das cooperativas e influenciar sua competitividade”, explicou Amanda. A gerente jurídica também chamou a atenção para providências que precisam ser avaliadas antes do início de 2027, como a atualização da relação de cooperados, a análise da opção pelo regime tributário aplicável às operações cooperativistas e a revisão dos preços e contratos com clientes e fornecedores. IBS: adaptação começa com capacitação e ajustes operacionais Na sequência, Vinícius Simioni, secretário adjunto de Projetos Estratégicos da Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz/MT), apresentou os principais aspectos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), com foco no período de transição, na implementação e nos desafios para as cooperativas do estado. Segundo Simioni, a preparação passa pela adequação de cadastros, sistemas e documentos fiscais, além da compreensão das novas regras e de seus efeitos sobre as operações. Ele destacou que o período atual é fundamental para que as organizações identifiquem necessidades e ajustem seus processos antes da entrada em vigor das novas exigências. “O primeiro passo é a capacitação: conhecer o que a reforma traz, como ela funciona e quais são os impactos. Temos medidas previstas na legislação, com prazos a serem observados, relacionadas a documentos fiscais, cadastros e outros procedimentos. É importante aproveitar esse período para se preparar”, afirmou. O secretário adjunto também ressaltou a importância do diálogo entre o poder público e os setores produtivos para identificar dúvidas e necessidades durante a implementação. De acordo com ele, os questionamentos apresentados nos encontros de capacitação poderão contribuir para o aprimoramento das orientações, com respostas disponibilizadas no portal Escola da Reforma Tributária, da Sefaz/MT. Simioni destacou, ainda, a relevância das cooperativas para a economia, tanto pela organização das atividades produtivas quanto pela contribuição à formalização e ao desenvolvimento econômico. Painéis aprofundam as particularidades de cada ramo No período da tarde, os participantes foram distribuídos em painéis simultâneos, com especialistas, organizados de acordo com as áreas de atuação do cooperativismo. Os debates contemplaram as particularidades das cooperativas agropecuárias, do cooperativismo de crédito, e dos ramos Transporte, Trabalho, Produção Bens e Serviços (TPBS) e Saúde. A divisão por segmentos permitiu aprofundar questões específicas de cada atividade e discutir os pontos de atenção que deverão orientar o planejamento das cooperativas durante a transição. Para Cícero Borges, diretor-presidente da Coopebarra, cooperativa do ramo Transporte que reúne 51 cooperados, o seminário contribuiu para esclarecer dúvidas e aprofundar conhecimentos sobre as mudanças que podem afetar diretamente a atividade. “A Reforma Tributária é um gargalo para as cooperativas, porque são muitas mudanças que podem impactar diretamente nossas operações. Foi muito importante participar, aprofundar o conhecimento sobre o IBS e a CBS e sair daqui com uma bagagem maior para enfrentar esse novo cenário”, avaliou. Preparação para um novo cenário tributário O Seminário Tributário integra os esforços do Sistema OCB/MT para apoiar as cooperativas diante das mudanças na legislação e contribuir para que o setor esteja preparado para o novo ambiente tributário. Com a participação de especialistas, o encontro promoveu a troca de informações entre quem acompanha a construção e a regulamentação das novas regras e quem precisará aplicá-las no dia a dia das operações cooperativistas. Para Vanderleia Guimarães, coordenadora tributária da Coabra, cooperativa do segmento Agropecuário, o seminário foi uma oportunidade de esclarecer dúvidas e identificar medidas que precisam ser adotadas para garantir segurança nas operações diante das mudanças tributárias. “Saímos daqui com um dever de casa: levar esse conhecimento aos nossos cooperados, revisar contratos e buscar conformidade para que os negócios sejam seguros e a reforma não resulte em aumento de custos tributários que comprometam a atividade. Também foi muito importante conhecer as possibilidades de apoio jurídico do Sistema OCB/MT, porque nem todas as cooperativas contam com um advogado dentro da estrutura. Precisamos ter segurança ao formalizar nossos negócios, e um evento como esse nos deixa mais preparados para enfrentar os desafios da Reforma Tributária. Foi um encontro muito importante para fortalecer o cooperativismo, e esperamos que outras iniciativas como essa aconteçam”, destacou. A iniciativa reforça a importância do acesso à informação qualificada e da capacitação contínua para que as cooperativas possam avaliar os efeitos da reforma, adequar seus processos e preservar a competitividade ao longo da transição.
Seminário do Sistema OCB/MT reúne mais de 160 representantes de cooperativas para discutir a Reforma Tributária
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19/10/2026

REFORMA TRIBUTÁRIA: seminário em Cuiabá vai discutir impactos para cooperativas de Mato Grosso

Evento promovido pelo Sistema OCB/MT reúne especialistas da OCB Nacional, da Sefaz-MT e do setor privado para debater mudanças na tributação e desafios para diferentes ramos do cooperativismo. O que muda para as cooperativas com a Reforma Tributária? Para discutir essa e outras questões, o Sistema OCB/MT realiza, no dia 22 de outubro, em Cuiabá, o Seminário Tributário do Cooperativismo de Mato Grosso. O encontro será realizado das 8h às 17h, no Hotel Gran Odara, e reunirá especialistas para analisar as novas regras, os impactos da transição tributária e os desafios para a adaptação das cooperativas. O Seminário é exclusivo para dirigentes e colaboradores de cooperativas de Mato Grosso.  A programação da manhã contará com palestras sobre a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com foco nas novas regras, nos créditos e nos impactos da Reforma Tributária para o cooperativismo, ministrada por Amanda Oliveira Rezende, gerente jurídica da OCB Nacional. Na sequência, Fábio Fernandes Pimenta, secretário de Estado de Fazenda de Mato Grosso, abordará o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a transição, a implementação e os desafios para as cooperativas no estado. À tarde, os participantes poderão acompanhar quatro painéis simultâneos, organizados por áreas de atuação. Os debates contemplarão o ramo agropecuário, o cooperativismo de crédito, os regimes específicos das cooperativas de serviços — incluindo transporte, prestadores de bens e serviços e saúde (TPBS) — e as particularidades tributárias do transporte. A proposta é aproximar as cooperativas das discussões técnicas sobre a Reforma Tributária, contribuindo para ampliar o entendimento das mudanças, identificar pontos de atenção e apoiar a preparação das organizações para o novo cenário tributário. Serviço Evento: Seminário Tributário do Cooperativismo de Mato GrossoData: 22 de outubro de 2026 (quinta-feira)Horário: das 8h às 17hLocal: Hotel Gran Odara, Cuiabá (MT)Realização: Sistema OCB/MT  
REFORMA TRIBUTÁRIA: seminário em Cuiabá vai discutir impactos para cooperativas de Mato Grosso
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16/10/2026

Sistema OCB/MT destaca potencial da ZPE de Cáceres para o desenvolvimento do cooperativismo

O Sistema OCB/MT participou, nesta quarta-feira (14), do seminário Oportunidades e Vantagens da ZPE de Cáceres: o novo motor de competitividade para Mato Grosso, realizado na sede da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), em Cuiabá. O encontro reuniu representantes do poder público e do setor privado para discutir o potencial da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres para impulsionar a industrialização e ampliar a competitividade do estado. Para o superintendente do Sistema OCB/MT, Frederico Azevedo, a ZPE representa uma oportunidade estratégica para agregar valor à produção mato-grossense, atrair investimentos e gerar renda, especialmente na região de Cáceres. “Eu acredito muito nesse modelo. A ZPE pode se tornar um case de sucesso em Mato Grosso, contribuindo para o desenvolvimento, a industrialização e a geração de renda para a região. Acreditamos também que as cooperativas de produção podem ser importantes parceiras nesse processo”, destacou. A iniciativa abre perspectivas para o fortalecimento das cadeias produtivas e para a ampliação do acesso a mercados internacionais, criando oportunidades de integração entre a produção cooperativista e a indústria. Nesse contexto, o Sistema OCB/MT acompanha as discussões que podem contribuir para o desenvolvimento econômico sustentável e para o fortalecimento do cooperativismo no estado.
Sistema OCB/MT destaca potencial da ZPE de Cáceres para o desenvolvimento do cooperativismo
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15/10/2026

Cooperativismo de crédito está presente em 95% dos municípios de Mato Grosso

Ramo reúne quase 2 milhões de cooperados, movimenta R$ 73,71 bilhões em ativos e mantém 348 unidades físicas no estado O cooperativismo de crédito está presente em 135 dos 142 municípios de Mato Grosso, alcançando 95,1% do território estadual. Os dados, referentes a 2025, fazem parte do Anuário do Cooperativismo Mato-grossense 2026, lançado pelo Sistema OCB/MT em setembro, e ganham destaque neste 15 de outubro, Dia Internacional das Cooperativas de Crédito. Em 2025, Mato Grosso contou com 19 cooperativas de crédito sediadas no estado, que reúnem 1.955.365 cooperados. O ramo emprega 7.568 pessoas no estado. Essas organizações mantêm 348 unidades físicas no estado. Considerando também cooperativas sediadas em outras unidades da Federação que possuem atendimento em Mato Grosso, a presença física chega a 135 municípios. Em 40 cidades, o cooperativismo representa toda a presença física do sistema financeiro, sem agência ou posto de atendimento de instituições não cooperativas. A capilaridade reforça o papel das cooperativas na ampliação do acesso a serviços financeiros e na movimentação de recursos nas comunidades. “O cooperativismo de crédito tem uma presença muito forte em Mato Grosso porque consegue combinar escala, proximidade e conhecimento das realidades locais. Estar em 95% dos municípios demonstra que esse modelo está inserido no cotidiano das comunidades e tem um papel importante no acesso a serviços financeiros e na sustentação das atividades econômicas do estado”, afirma Frederico Azevedo, superintendente do Sistema OCB/MT. Crédito movimenta famílias, empresas e o campo Além da capilaridade, os números mostram a dimensão econômica do ramo. Os ativos das cooperativas de crédito sediadas em Mato Grosso cresceram 9,9% em 2025, chegando a R$ 73,71 bilhões. O capital social avançou 14%, alcançando R$ 6,53 bilhões. A carteira de crédito também apresentou expansão: passou de R$ 36,41 bilhões, em 2024, para R$ 40,16 bilhões em 2025, crescimento de 10,3%. Desde 2021, o volume cresceu 63,5%. As sobras também tiveram recuperação expressiva. O resultado chegou a R$ 1,09 bilhão em 2025, alta de 45,3% em relação ao ano anterior. “O crédito cooperativo tem uma característica importante: ele aproxima os recursos de quem produz, empreende e vive nos municípios. Em Mato Grosso, isso ganha ainda mais relevância pela força do agronegócio e pela diversidade das atividades econômicas. A cooperativa conhece a realidade local e participa diretamente do desenvolvimento dessas comunidades”, destaca Frederico. Na Safra 2024/25, as cooperativas de crédito responderam por 17,37% dos recursos de crédito rural distribuídos em Mato Grosso, em um volume total de R$ 36,72 bilhões. Como dado mais recente, o painel da Safra 2025/26 apontou participação de 19,40% das cooperativas no crédito rural estadual. Um movimento que atravessa fronteiras O Dia Internacional das Cooperativas de Crédito é celebrado mundialmente na terceira quinta-feira de outubro desde 1948. Em 2026, a data chega à sua 78ª edição, promovida pelo World Council of Credit Unions (WOCCU) e pela Worldwide Foundation for Credit Unions (WFCU), com o tema “Finanças Cooperativas: Um Sinal de Estabilidade em um Mundo de Incertezas”.  A celebração busca dar visibilidade às conquistas do movimento, reconhecer o trabalho realizado pelas cooperativas e ampliar o envolvimento dos cooperados. Em diferentes países, a data é marcada por ações junto às comunidades, atividades voluntárias, campanhas e iniciativas de educação financeiraPara Frederico Azevedo, os resultados de Mato Grosso mostram que a força do cooperativismo de crédito está diretamente ligada à participação dos cooperados. “Mais do que números, estamos falando de pessoas que participam de um modelo no qual são cooperadas e, ao mesmo tempo, donas da instituição. É essa participação que dá sentido ao cooperativismo e fortalece sua capacidade de gerar desenvolvimento de forma compartilhada. O Dia Internacional é uma oportunidade para reconhecer essa força e mostrar o quanto o cooperativismo de crédito já faz parte da realidade de Mato Grosso”, conclui.
Cooperativismo de crédito está presente em 95% dos municípios de Mato Grosso
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13/10/2026

Cooperativismo movimenta mais de R$ 75 bi em Mato Grosso e gera 14 mil empregos diretos

Levantamentos apresentados pelo Sistema OCB/MT mostra impacto econômico do setor em Mato Grosso e diferenciais associados à presença de cooperativas nos municípios O cooperativismo mato-grossense movimentou R$ 56,05 bilhões em ingressos e receitas em 2025 e esteve associado à mobilização de R$ 75,26 bilhões em produção dentro de Mato Grosso e R$ 100,28 bilhões em todo o Brasil. Os dados fazem parte do estudo Impactos do Cooperativismo na Economia de Mato Grosso, elaborado pelo Observatório do Cooperativismo de Mato Grosso, em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), a partir de demanda do Sistema OCB/MT, e apresentado em um evento nesta segunda-feira (28), em Cuiabá. Além do estudo de impacto econômico, o evento marcou o lançamento do Anuário do Cooperativismo Mato-grossense 2026, publicação que reúne os principais dados oficiais do setor e apresenta um panorama da evolução do cooperativismo no estado. Para o presidente do Sistema OCB/MT, Nelson Piccoli, os indicadores mostram a dimensão alcançada pelo movimento cooperativista no estado. “O cooperativismo está presente em diferentes setores da economia e em diferentes regiões de Mato Grosso. Esses números mostram a dimensão que o movimento alcançou e, principalmente, a sua capacidade de gerar oportunidades e movimentar a economia. O nosso compromisso é continuar fortalecendo as cooperativas para que elas possam ampliar sua atuação, gerar benefícios aos cooperados e contribuir cada vez mais para o desenvolvimento das comunidades onde estão inseridas.” A pesquisa do Observatório em parceria com a FIPE também estima que a atividade das cooperativas esteve associada à mobilização de 376,8 mil empregos formais e informais, diretos e indiretos, em Mato Grosso, além de R$ 37,15 bilhões em valor adicionado, R$ 2,88 bilhões em arrecadação de impostos e R$ 12,48 bilhões em massa salarial no estado. Os resultados foram calculados por meio de uma Matriz Insumo-Produto, metodologia que permite mensurar os efeitos diretos e indiretos da atividade das cooperativas sobre diferentes setores da economia. Para cada R$ 1,00 de demanda mobilizada pelo cooperativismo, o estudo estima R$ 1,34 em produção dentro do estado. Em relação ao emprego, cada R$ 1 milhão de demanda está associado a 8,58 postos de trabalho formais e informais no país, dos quais 6,72 estão em Mato Grosso. Para o superintendente do Sistema OCB/MT, Frederico Azevedo, os números ajudam a dimensionar o cooperativismo para além da atuação das próprias organizações. “O estudo da FIPE nos permite enxergar, com dados e metodologia técnica, uma dimensão que muitas vezes não aparece quando olhamos apenas para os resultados individuais das cooperativas. A atividade cooperativista movimenta fornecedores, serviços, empregos, renda e arrecadação e estabelece conexões com diferentes setores da economia. Mostrar essa dimensão é importante para que Mato Grosso reconheça cada vez mais o cooperativismo como parte da sua dinâmica de desenvolvimento.” Presença das cooperativas está associada a diferenciais nos municípios O estudo também utilizou uma segunda metodologia econométrica para analisar as trajetórias socioeconômicas de municípios com e sem presença de cooperativas. A análise considerou mais de 30 variáveis relacionadas a atividade econômica, trabalho e renda, arrecadação, comércio exterior, agropecuária, indicadores sociais e educação. Os resultados identificaram diferenciais associados à presença de cooperativas em diferentes indicadores econômicos. Nos municípios analisados, a presença cooperativista esteve associada a um diferencial estimado de R$ 14,2 mil no PIB por habitante, 64,9 empregos formais adicionais por mil habitantes, R$ 300,20 a mais em massa salarial por habitante e R$ 206,20 em arrecadação municipal por habitante. Também foram identificados diferenciais de US$ 7.250 em exportações por habitante e de US$ 7.156 no saldo comercial por habitante. Na educação, os municípios com presença cooperativista apresentaram diferencial de 3,9 pontos percentuais na taxa de aprovação da 3ª série do Ensino Médio e de 2,1 matrículas no Ensino Superior por mil habitantes. Nos indicadores sociais analisados, o estudo identificou menor incidência de famílias no Cadastro Único e beneficiárias do Bolsa Família nesses municípios. A gerente de Desenvolvimento e Inteligência de Cooperativas do Sistema OCB/MT, Sâmyla Sousa, destaca que a pesquisa amplia a capacidade do setor de compreender e comunicar seus resultados. “Ter dados sistematizados e uma análise técnica dessa dimensão nos ajuda a compreender melhor como o cooperativismo se conecta com a economia e com os territórios. O estudo não olha apenas para dentro das cooperativas, ele evidencia os encadeamentos com outras atividades e identifica diferenciais nos municípios onde existe presença cooperativista. É uma base importante para orientar estratégias, fortalecer a tomada de decisão e dar visibilidade à contribuição do cooperativismo para Mato Grosso.” Impactos ultrapassam as fronteiras de Mato Grosso Segundo a FIPE, os efeitos da atividade cooperativista mato-grossense não ficam restritos ao estado. Do total de R$ 100,28 bilhões em produção mobilizada no Brasil, R$ 75,26 bilhões permanecem associados a impactos em Mato Grosso, enquanto R$ 25,02 bilhões correspondem às repercussões nos demais estados. O mesmo comportamento aparece nos demais indicadores: dos R$ 47,40 bilhões em valor adicionado estimados, R$ 37,15 bilhões estão em Mato Grosso; dos R$ 4,11 bilhões em arrecadação, R$ 2,88 bilhões correspondem ao estado; e, dos 481 mil empregos mobilizados, 376,8 mil estão em Mato Grosso. Os dados evidenciam a integração das cooperativas mato-grossenses com fornecedores, prestadores de serviços e cadeias produtivas de outras regiões do país. Cooperativismo mato-grossense amplia escala De acordo com os dados do Anuário do Cooperativismo Mato-grossense 2026, o estado chegou a 172 cooperativas e 1,99 milhão de cooperados, distribuídos em sete ramos. A base de cooperados cresceu de 1,75 milhão, em 2024, para 1,99 milhão no ano seguinte. No mesmo período, os ingressos e receitas das cooperativas passaram de R$ 47,95 bilhões para R$ 56,05 bilhões, enquanto os ativos totais avançaram de R$ 78,69 bilhões para R$ 88,65 bilhões. O capital social também cresceu, passando de R$ 6,57 bilhões para R$ 7,42 bilhões. O setor registrou ainda 14,09 mil empregos diretos; A densidade do cooperativismo formal no estado também se destaca no cenário nacional: Mato Grosso ocupa a 5ª posição nacional em estabelecimentos e vínculos cooperativos por 100 mil habitantes, segundo dados da RAIS. Para o Sistema OCB/MT, a divulgação conjunta do Anuário e do estudo da FIPE representa um avanço na produção e disseminação de informações sobre o cooperativismo mato-grossense. A combinação dos dados do setor com a avaliação dos impactos econômicos permite ampliar a compreensão sobre a presença das cooperativas na economia estadual e sobre suas conexões com os municípios e com outras cadeias produtivas.
Cooperativismo movimenta mais de R$ 75 bi em Mato Grosso e gera 14 mil empregos diretos
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28/09/2026

Cooperativismo movimenta mais de R$ 75 bi em Mato Grosso e gera 14 mil empregos diretos

Levantamentos apresentados pelo Sistema OCB/MT mostra impacto econômico do setor em Mato Grosso e diferenciais associados à presença de cooperativas nos municípios O cooperativismo mato-grossense movimentou R$ 56,05 bilhões em ingressos e receitas em 2025 e esteve associado à mobilização de R$ 75,26 bilhões em produção dentro de Mato Grosso e R$ 100,28 bilhões em todo o Brasil. Os dados fazem parte do estudo Impactos do Cooperativismo na Economia de Mato Grosso, elaborado pelo Observatório do Cooperativismo de Mato Grosso, em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), a partir de demanda do Sistema OCB/MT, e apresentado em um evento nesta segunda-feira (28), em Cuiabá. Além do estudo de impacto econômico, o evento marcou o lançamento do Anuário do Cooperativismo Mato-grossense 2026, publicação que reúne os principais dados oficiais do setor e apresenta um panorama da evolução do cooperativismo no estado. Para o presidente do Sistema OCB/MT, Nelson Piccoli, os indicadores mostram a dimensão alcançada pelo movimento cooperativista no estado. “O cooperativismo está presente em diferentes setores da economia e em diferentes regiões de Mato Grosso. Esses números mostram a dimensão que o movimento alcançou e, principalmente, a sua capacidade de gerar oportunidades e movimentar a economia. O nosso compromisso é continuar fortalecendo as cooperativas para que elas possam ampliar sua atuação, gerar benefícios aos cooperados e contribuir cada vez mais para o desenvolvimento das comunidades onde estão inseridas.” A pesquisa do Observatório em parceria com a FIPE também estima que a atividade das cooperativas esteve associada à mobilização de 376,8 mil empregos formais e informais, diretos e indiretos, em Mato Grosso, além de R$ 37,15 bilhões em valor adicionado, R$ 2,88 bilhões em arrecadação de impostos e R$ 12,48 bilhões em massa salarial no estado. Os resultados foram calculados por meio de uma Matriz Insumo-Produto, metodologia que permite mensurar os efeitos diretos e indiretos da atividade das cooperativas sobre diferentes setores da economia. Para cada R$ 1,00 de demanda mobilizada pelo cooperativismo, o estudo estima R$ 1,34 em produção dentro do estado. Em relação ao emprego, cada R$ 1 milhão de demanda está associado a 8,58 postos de trabalho formais e informais no país, dos quais 6,72 estão em Mato Grosso. Para o superintendente do Sistema OCB/MT, Frederico Azevedo, os números ajudam a dimensionar o cooperativismo para além da atuação das próprias organizações. “O estudo da FIPE nos permite enxergar, com dados e metodologia técnica, uma dimensão que muitas vezes não aparece quando olhamos apenas para os resultados individuais das cooperativas. A atividade cooperativista movimenta fornecedores, serviços, empregos, renda e arrecadação e estabelece conexões com diferentes setores da economia. Mostrar essa dimensão é importante para que Mato Grosso reconheça cada vez mais o cooperativismo como parte da sua dinâmica de desenvolvimento.” Presença das cooperativas está associada a diferenciais nos municípios O estudo também utilizou uma segunda metodologia econométrica para analisar as trajetórias socioeconômicas de municípios com e sem presença de cooperativas. A análise considerou mais de 30 variáveis relacionadas a atividade econômica, trabalho e renda, arrecadação, comércio exterior, agropecuária, indicadores sociais e educação. Os resultados identificaram diferenciais associados à presença de cooperativas em diferentes indicadores econômicos. Nos municípios analisados, a presença cooperativista esteve associada a um diferencial estimado de R$ 14,2 mil no PIB por habitante, 64,9 empregos formais adicionais por mil habitantes, R$ 300,20 a mais em massa salarial por habitante e R$ 206,20 em arrecadação municipal por habitante. Também foram identificados diferenciais de US$ 7.250 em exportações por habitante e de US$ 7.156 no saldo comercial por habitante. Na educação, os municípios com presença cooperativista apresentaram diferencial de 3,9 pontos percentuais na taxa de aprovação da 3ª série do Ensino Médio e de 2,1 matrículas no Ensino Superior por mil habitantes. Nos indicadores sociais analisados, o estudo identificou menor incidência de famílias no Cadastro Único e beneficiárias do Bolsa Família nesses municípios. A gerente de Desenvolvimento e Inteligência de Cooperativas do Sistema OCB/MT, Sâmyla Sousa, destaca que a pesquisa amplia a capacidade do setor de compreender e comunicar seus resultados. “Ter dados sistematizados e uma análise técnica dessa dimensão nos ajuda a compreender melhor como o cooperativismo se conecta com a economia e com os territórios. O estudo não olha apenas para dentro das cooperativas, ele evidencia os encadeamentos com outras atividades e identifica diferenciais nos municípios onde existe presença cooperativista. É uma base importante para orientar estratégias, fortalecer a tomada de decisão e dar visibilidade à contribuição do cooperativismo para Mato Grosso.” Impactos ultrapassam as fronteiras de Mato Grosso Segundo a FIPE, os efeitos da atividade cooperativista mato-grossense não ficam restritos ao estado. Do total de R$ 100,28 bilhões em produção mobilizada no Brasil, R$ 75,26 bilhões permanecem associados a impactos em Mato Grosso, enquanto R$ 25,02 bilhões correspondem às repercussões nos demais estados. O mesmo comportamento aparece nos demais indicadores: dos R$ 47,40 bilhões em valor adicionado estimados, R$ 37,15 bilhões estão em Mato Grosso; dos R$ 4,11 bilhões em arrecadação, R$ 2,88 bilhões correspondem ao estado; e, dos 481 mil empregos mobilizados, 376,8 mil estão em Mato Grosso. Os dados evidenciam a integração das cooperativas mato-grossenses com fornecedores, prestadores de serviços e cadeias produtivas de outras regiões do país. Cooperativismo mato-grossense amplia escala De acordo com os dados do Anuário do Cooperativismo Mato-grossense 2026, o estado chegou a 172 cooperativas e 1,99 milhão de cooperados, distribuídos em sete ramos. A base de cooperados cresceu de 1,75 milhão, em 2024, para 1,99 milhão no ano seguinte. No mesmo período, os ingressos e receitas das cooperativas passaram de R$ 47,95 bilhões para R$ 56,05 bilhões, enquanto os ativos totais avançaram de R$ 78,69 bilhões para R$ 88,65 bilhões. O capital social também cresceu, passando de R$ 6,57 bilhões para R$ 7,42 bilhões. O setor registrou ainda 14,09 mil empregos diretos; A densidade do cooperativismo formal no estado também se destaca no cenário nacional: Mato Grosso ocupa a 5ª posição nacional em estabelecimentos e vínculos cooperativos por 100 mil habitantes, segundo dados da RAIS. Para o Sistema OCB/MT, a divulgação conjunta do Anuário e do estudo da FIPE representa um avanço na produção e disseminação de informações sobre o cooperativismo mato-grossense. A combinação dos dados do setor com a avaliação dos impactos econômicos permite ampliar a compreensão sobre a presença das cooperativas na economia estadual e sobre suas conexões com os municípios e com outras cadeias produtivas.
Cooperativismo movimenta mais de R$ 75 bi em Mato Grosso e gera 14 mil empregos diretos
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21/09/2026

Associados aprovam união entre Sicredi Sudoeste e Sicredi Araxingu

Decisão fortalece o cooperativismo e amplia a solidez, a capacidade de investimento e o potencial de crescimento da cooperativa em Mato Grosso, no Pará e em Goiás. Os associados da Sicredi Sudeste e da Sicredi Araxingu aprovaram a união estratégica das cooperativas. A deliberação ocorreu no dia 19 de setembro durante Assembleia Geral Extraordinária (AGE) conjunta, realizada em formato híbrido, com a participação dos coordenadores de núcleo das duas cooperativas. A decisão marca um passo importante para o fortalecimento do cooperativismo e para a construção de uma instituição mais preparada para atender às necessidades dos associados e contribuir com o desenvolvimento das comunidades onde atua. O encontro reuniu presencialmente, na Central Sicredi Centro Norte, em Cuiabá (MT), mais de 150 coordenadores de núcleo de Mato Grosso, Pará e Goiás, além dos mais de 30 que acompanharam pela Plataforma das Assembleias. Também participaram Fernando Dall'Agnese, presidente do Conselho de Administração da SicrediPar; Frederico Azevedo, superintendente da OCB Mato Grosso; Ernandes Raiol, presidente da OCB Pará, de forma remota; João Spenthof, presidente da Central Sicredi Centro Norte; Antonio Geraldo Wrobel, presidente do Conselho de Administração da Sicredi Sudoeste, Martim Steffenon, presidente do Conselho de Administração da Sicredi Araxingu, além de conselheiros e diretores das cooperativas e da Central. A Assembleia registrou 100% de representatividade dos núcleos das duas cooperativas, reforçando o caráter democrático do processo e a ampla participação dos associados na decisão, com aprovação de todas as pautas deliberadas. Com a união, as cooperativas iniciam uma nova fase, reunindo forças, experiências e competências para ampliar sua capacidade de atuação. O movimento de unificação traz ganhos de escala, fortalecimento patrimonial e maior potencial de investimento em tecnologia, inovação e expansão da rede de atendimento gerando mais valor para os associados. A proposta de união seguiu todas as etapas de governança cooperativa. Em 28 de agosto, foi realizada a reunião preparatória com os delegados das duas instituições. Já em 3 de setembro, ocorreram as Assembleias de Núcleo e, em 8 de setembro, as Assembleias Gerais Extraordinárias individuais da Sicredi Sudoeste e da Sicredi Araxingu. O processo foi concluído em 19 de setembro, durante a Assembleia Geral Extraordinária Conjunta. Para o presidente da Sicredi Sudoeste, Antonio Geraldo Wrobel, a jornada reforça o protagonismo dos associados e a transparência que fazem parte da essência do cooperativismo. “Finalizamos nosso ciclo assemblear, que passou pelas Assembleias de Núcleo, de Delegados e pela Assembleia Conjunta. Essas etapas evidenciam a transparência da nossa condução e a forma como levamos todas as informações aos nossos associados para que pudessem decidir com clareza e tomar as melhores decisões. Passamos por uma união que foi amplamente estudada e vivenciada pelas cooperativas, pelos Conselhos de Administração e pelos coordenadores, que concluíram que esta era a melhor solução para que as duas instituições continuassem crescendo e evoluindo”, destaca Wrobel. Já para Martim Steffenon, presidente da Sicredi Araxingu, o momento representa um marco para o cooperativismo e reforça o engajamento dos coordenadores de núcleo na construção de novos rumos. “É um momento importante, e gostaríamos de agradecer aos coordenadores de núcleo que estiveram presentes, exercendo o papel de associados e donos do negócio, discutindo a união de duas grandes cooperativas, analisando e apoiando esse projeto. Trata-se de um momento histórico para o cooperativismo em Mato Grosso, que passa por novas transformações e movimentos, em uma tendência natural do mercado”, afirma. Steffenon também destacou que a união amplia a presença da cooperativa em diferentes regiões de Mato Grosso, Goiás e Pará. “Agora temos uma diversificação ainda maior das regiões onde atuamos, além de uma capacidade muito maior de geração de receitas. E quem ganha com isso são os associados”, conclui. Agora o processo continua com outras etapas até a união completa prevista para o fim de novembro. Neste período os associados serão comunicados de cada movimento pelos canais oficiais das instituições. Juntas, as cooperativas somarão mais de 468 mil associados e atuação em 141 municípios de Mato Grosso, Pará e Goiás, por meio de uma rede de 124 agências. Com um modelo de gestão que valoriza a participação dos associados, a instituição oferece um portfólio completo de produtos e serviços financeiros e não financeiros para pessoas físicas, empresas e produtores rurais, contribuindo para o desenvolvimento local e para a construção de uma sociedade mais próspera nas regiões onde está presente.
Associados aprovam união entre Sicredi Sudoeste e Sicredi Araxingu
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16/09/2026

Custo de captação das cooperativas de crédito de MT se estabiliza após cinco anos de alta

Despesa somou R$ 1,24 bilhão no primeiro trimestre de 2026; cenário traz maior previsibilidade para as cooperativas e pode favorecer condições de crédito Após cinco anos consecutivos de crescimento, o custo de captação das cooperativas de crédito de Mato Grosso apresentou estabilidade no primeiro trimestre de 2026. O custo de captação corresponde às despesas que as cooperativas têm para obter os recursos que serão utilizados em suas operações de crédito. Esse custo somou R$ 1,24 bilhão no período, praticamente no mesmo patamar registrado no primeiro trimestre de 2025. O movimento ocorre em um cenário de juros elevados e representa um sinal importante para o sistema cooperativista de crédito. Entre 2021 e 2026, a despesa de captação passou de R$ 58,9 milhões para R$ 1,24 bilhão no primeiro trimestre de cada ano. No mesmo período, a Selic saiu de 2% para 15% ao ano. De acordo com estudo do Banco Central do Brasil (BCB), para cada ponto percentual de variação na Selic, o custo médio de captação das instituições financeiras tende a se movimentar entre 0,5 e 1 ponto percentual no mesmo sentido. O repasse é parcial, mas consistente, e ajuda a explicar a trajetória observada nas cooperativas de crédito mato-grossenses. Para Sâmyla Sousa, gerente de Desenvolvimento e Inteligência de Cooperativas do Sistema OCB/MT, a estabilidade representa um alívio para uma variável que exerce influência direta sobre o resultado das cooperativas. “Com a despesa de captação estável, o custo dos recursos captados deixa de consumir espaço no balanço a cada trimestre, e isso devolve às cooperativas alguma previsibilidade para planejar volume de crédito e política de taxas”, explica. Perspectiva de alívio gradual A estabilidade ganha relevância porque ocorreu mesmo com a Selic em patamar superior ao registrado no mesmo período de 2025. Segundo Sâmyla, esse comportamento indica que parte do impacto do aperto monetário já foi absorvida pela estrutura de captação das cooperativas. “Ainda é cedo para afirmar que a trajetória se inverteu, mas é o primeiro trimestre em cinco anos em que esse custo deixa de subir”, destaca. Para os próximos períodos, a expectativa é de um alívio gradual. Isso ocorre porque o estoque de recursos captados não se ajusta imediatamente às mudanças na taxa básica de juros. Com os cortes iniciados em março, os efeitos tendem a aparecer nos balanços das cooperativas ao longo dos próximos trimestres. Efeito pode chegar ao cooperado A estabilização do custo de captação também pode criar espaço para as cooperativas trabalharem suas políticas de crédito. Segundo Sâmyla, esse impacto pode chegar ao cooperado de duas formas: por meio de taxas mais competitivas ou da preservação de margens que retornam aos associados na forma de sobras. “Na parcela de crédito que não é equalizada pelo Tesouro, o custo de captação é o principal componente da taxa, e o alívio abre espaço para reduzir o preço na ponta”, explica. A especialista ressalta, no entanto, que o repasse não é automático e depende de fatores como a velocidade de reprecificação do estoque de captação e o comportamento da inadimplência. No crédito rural, parte desse alívio já chegou por outro caminho. O Plano Safra 2026/27 reduziu a taxa do Pronamp de 10% para 9% ao ano e a do custeio empresarial de 14% para 12,5% ao ano. Crédito rural sustenta atividade produtiva Em Mato Grosso, os efeitos desse cenário ganham importância diante da participação das cooperativas de crédito no financiamento da atividade produtiva. No primeiro trimestre de 2026, as cooperativas registradas no Sistema OCB/MT tinham R$ 5,82 bilhões em crédito rural para pessoas físicas em carteira. Boa parte dessas operações é contratada a taxas de mercado, justamente a parcela mais sensível ao custo de captação. Por isso, a estabilidade desse custo pode contribuir para a manutenção da oferta de crédito e para melhores condições de contratação. “O impacto se dá na sustentação da oferta de crédito à safra. Com esse custo estável, cresce a capacidade de manter o volume disponível sem comprimir margem, e é nas condições de contratação que o produtor sente primeiro”, avalia Sâmyla. Para ela, a disponibilidade de recursos ganha ainda mais relevância em um estado marcado pelo peso do agronegócio e pelos desafios enfrentados pelo produtor, como custos de produção elevados e impactos climáticos. “Em um estado no qual o produtor convive com custo de produção pressionado e safras afetadas pelo clima, ter esse volume disponível perto de quem produz faz diferença. Na cooperativa, a decisão de crédito é tomada no município, com conhecimento da propriedade e do ciclo da lavoura”, completa. Cooperativismo de crédito em números Os números do primeiro trimestre de 2026 mostram a dimensão do sistema cooperativista de crédito em Mato Grosso. Segundo os dados do Banco Central do Brasil, apresentados pelo Observatório do Cooperativismo de Mato Grosso, as 19 cooperativas registradas no Sistema OCB/MT somaram R$ 74,10 bilhões em ativos, crescimento de 0,53% em relação ao quarto trimestre de 2025. A carteira de crédito alcançou R$ 39,67 bilhões, enquanto a captação totalizou R$ 41,01 bilhões, alta de 6,15% no período. Os depósitos chegaram a R$ 37,69 bilhões, crescimento de 6,57%. Os indicadores reforçam a relevância do cooperativismo de crédito para a economia mato-grossense e mostram como o comportamento dos juros e do custo de captação pode influenciar diretamente a capacidade das cooperativas de ofertar crédito e gerar benefícios aos seus cooperados.
Custo de captação das cooperativas de crédito de MT se estabiliza após cinco anos de alta
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14/09/2026

Sicoob Primavera celebra 24 anos de história e inaugura mais quatro novas agências

Cooperativa reúne 62 agências, 800 colaboradores e 150 mil cooperados no Pará, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul A Cooperativa Sicoob Primavera celebra 24 anos de história, marcados pela cooperação, pela proximidade com as comunidades e pela construção de uma trajetória de desenvolvimento econômico e social. Ao longo dessas mais de duas décadas, a instituição ampliou sua presença regional e consolidou sua atuação em três estados brasileiros: Pará, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Atualmente, o Sicoob Primavera conta com 62 agências, 800 colaboradores e 150 mil cooperados, números que refletem a dimensão alcançada pela cooperativa e a confiança depositada por pessoas, empresas e produtores rurais em sua atuação. Como parte das comemorações pelo aniversário, o Sicoob Primavera celebra também a inauguração de quatro novas agências, ampliando sua presença e levando ainda mais proximidade, atendimento e soluções financeiras às comunidades. As novas unidades estão localizadas em Alcinópolis, no Mato Grosso do Sul; Tomé-Açu/Quatro Bocas, Parauapebas e Santa Izabel do Pará, no estado Pará. A chegada das novas agências representa um momento especial para o Sicoob Primavera e para as comunidades que passam a contar com uma estrutura de atendimento mais próxima, com novas possibilidades de relacionamento, acesso a serviços financeiros e realização de projetos. A expansão reforça o compromisso da cooperativa de estar presente onde as pessoas vivem, trabalham e constroem seus sonhos. Mais do que uma instituição financeira, o Sicoob Primavera tem como propósito contribuir para o desenvolvimento das regiões onde está presente, oferecendo soluções financeiras, incentivando a educação financeira e fortalecendo iniciativas que geram oportunidades e transformam realidades. “Celebrar 24 anos é reconhecer uma história construída por muitas mãos, com a participação dos nossos cooperados, colaboradores, dirigentes e comunidades. É uma trajetória que nos inspira a continuar fazendo a diferença, levando soluções financeiras, proximidade e desenvolvimento para cada região onde o Sicoob Primavera está presente. Inaugurar quatro novas agências neste momento tão especial reforça que estamos preparados para continuar avançando e ampliando nossa atuação”, destaca o presidente do Sicoob Primavera, Edson Luiz Dapper. A expansão da cooperativa representa também a ampliação do acesso a serviços financeiros e a novas possibilidades de realização para os cooperados. Em cada agência, o Sicoob Primavera busca oferecer atendimento próximo, relacionamento de confiança e soluções que contribuam para a organização da vida financeira, a realização de projetos e o fortalecimento dos negócios locais. A celebração dos 24 anos reforça, ainda, a importância do cooperativismo como modelo que valoriza a participação, o pertencimento e o desenvolvimento coletivo. Por meio de sua atuação, o Sicoob Primavera reafirma o compromisso de estar cada vez mais próximo das pessoas e de contribuir para um futuro de mais oportunidades nas comunidades onde atua. Sicoob Primavera. 24 anos de história, construindo histórias por meio de cooperação e desenvolvimento.   Fonte: Assessoria de Comunicação Sicoob Primavera
Sicoob Primavera celebra 24 anos de história e inaugura mais quatro novas agências
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14/09/2026

Cooperativa de Mato Grosso conquista Selo Prata do Programa Brasileiro GHG Protocol

Reconhecimento destaca o avanço da Coabra na mensuração e gestão das emissões de gases de efeito estufa, com apoio da Solução Neutralidade de Carbono, do Sistema OCB, e acompanhamento do Sistema OCB/MT A Coabra conquistou o Selo Prata do Programa Brasileiro GHG Protocol, reconhecimento que evidencia o avanço da organização na mensuração, gestão e transparência das suas emissões de gases de efeito estufa (GEE). A certificação foi entregue durante o evento anual do Programa Brasileiro GHG Protocol, realizado no final de agosto, em São Paulo, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O encontro marcou a conclusão de mais um ciclo de trabalho com organizações que avançam na mensuração e gestão das emissões de gases de efeito estufa. A conquista é resultado da participação da Coabra no Programa ESGCoop, do Sistema OCB, por meio da Solução Neutralidade de Carbono, iniciativa criada para apoiar as cooperativas brasileiras na mensuração, gestão e redução das emissões de GEE. Em Mato Grosso, o processo contou com o acompanhamento e apoio do Sistema OCB/MT. Para a gerente Administrativa e Financeira da Coabra, Lisângela Passarello, o reconhecimento representa um marco na trajetória da cooperativa. “O Selo Prata representa um marco histórico de transparência, responsabilidade socioambiental e maturidade de gestão para a Coabra. Ele certifica formalmente que a cooperativa realizou um inventário de Gases de Efeito Estufa completo, preciso e com alto padrão de qualidade técnica”, destaca. Dados que orientam decisões O Programa Brasileiro GHG Protocol foi criado em 2008 pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGVces), em parceria com o WRI Brasil, com o objetivo de adaptar à realidade brasileira a metodologia internacional de contabilização das emissões de gases de efeito estufa. A metodologia permite que organizações conheçam melhor suas fontes de emissão, estabeleçam uma linha de base e utilizem essas informações para orientar estratégias de redução e descarbonização. Na Coabra, o processo de elaboração do inventário mobilizou diferentes áreas da cooperativa e exigiu um trabalho de organização e levantamento de informações. “Foi um processo altamente educativo, desafiador e transformador. Avaliar as fontes de emissão exigiu uma intensa mobilização interna e uma profunda imersão na cultura de dados”, explica Lisângela. Segundo ela, o inventário permitiu à cooperativa ter um diagnóstico mais preciso de suas emissões e identificar pontos que podem ser trabalhados para melhorar a eficiência das operações. Entre as oportunidades identificadas estão a otimização da eficiência energética nas unidades produtivas, o aprimoramento da gestão logística e do consumo de combustíveis no transporte e a adoção de boas práticas de manejo sustentável no campo junto aos cooperados. “O inventário forneceu um raio-X detalhado do balanço de emissões, atuando como um ponto de partida científico para nossa descarbonização”, afirma. Sistema OCB apoia jornada de descarbonização A Solução Neutralidade de Carbono, do Programa ESGCoop, oferece às cooperativas suporte técnico, metodologias e ferramentas para a mensuração e gestão das emissões de gases de efeito estufa, incluindo a elaboração de inventários alinhados à metodologia do Programa Brasileiro GHG Protocol. A iniciativa integra a estratégia do Sistema OCB para apoiar as cooperativas na incorporação dos princípios ESG às suas práticas de gestão, contribuindo para que aspectos ambientais, sociais e de governança sejam cada vez mais integrados à estratégia dos negócios. Para Lisângela, o apoio recebido foi fundamental para que a cooperativa avançasse nesse processo. “Através da Solução Neutralidade de Carbono, recebemos o suporte técnico especializado, metodologias validadas internacionalmente e capacitações essenciais para organizar nossa contabilidade de carbono de forma segura”, destaca. O Sistema OCB/MT também teve papel importante no acompanhamento da cooperativa ao longo dessa jornada, atuando como facilitador e estimulando o acesso às soluções e iniciativas voltadas à sustentabilidade. “A atuação do Sistema OCB/MT e as diretrizes do Programa ESGCoop foram fundamentais e indispensáveis para o sucesso do projeto”, reforça Lisângela. Além da participação na Solução Neutralidade de Carbono, a Coabra também integra a Formação em ESG 2026, promovida pelo Sistema OCB/MT, ampliando o conhecimento da equipe sobre a aplicação dos princípios ESG na gestão da cooperativa. Selo Prata é ponto de partida Para a Coabra, o reconhecimento não representa o encerramento do trabalho, mas o início de uma nova etapa. Entre os próximos passos estão a elaboração de um Plano de Descarbonização, com metas estruturadas para redução e mitigação das emissões identificadas, além do fortalecimento do trabalho junto aos cooperados para estimular práticas agrícolas de baixo carbono. A cooperativa também pretende aprimorar continuamente o monitoramento dos dados para avançar na metodologia do GHG Protocol e, futuramente, buscar a evolução para o Selo Ouro. “A conquista do Selo Prata não é o destino final, mas o início de uma nova etapa”, afirma Lisângela. Para outras cooperativas que desejam iniciar esse caminho, a recomendação é: “Não tenham receio de dar o primeiro passo e confiem no poder dos dados. Medir o impacto ambiental não deve ser visto como uma barreira ou custo, mas como uma ferramenta estratégica de sobrevivência e eficiência de mercado”, conclui Lisângela.
Cooperativa de Mato Grosso conquista Selo Prata do Programa Brasileiro GHG Protocol
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11/09/2026

Sistema OCB/MT reconhece cooperativas que se destacaram na aprendizagem em 2026

Ao todo, 6.693 cursos foram concluídos na plataforma CapacitaCoop entre janeiro e agosto; cooperativas reconhecidas participarão do WCM 2026, em Belo Horizonte O Sistema OCB/MT anuncia as cooperativas reconhecidas na edição 2026 do Cooperativas que Aprendem, iniciativa criada para estimular o desenvolvimento humano e fortalecer a cultura da aprendizagem contínua no cooperativismo mato-grossense. O reconhecimento considera o engajamento das cooperativas na plataforma CapacitaCoop entre 1º de janeiro e 31 de agosto de 2026. Nesse período, foram registrados 6.693 cursos concluídos, demonstrando o compromisso de cooperados e colaboradores com a qualificação e o desenvolvimento profissional. Entre os cursos com maior número de alunos estão A História do Cooperativismo, Cooperativismo – Primeiras Lições, Comunicação Assertiva, Segurança da Informação e Princípios da Liderança. Os resultados reforçam a busca das cooperativas por conhecimentos que contribuem tanto para a compreensão do modelo cooperativista quanto para o aprimoramento de competências profissionais e de gestão. “Os números mostram um avanço significativo na participação das cooperativas na jornada de aprendizagem. Em 2024, tivemos 1.485 cursos concluídos no CapacitaCoop. Em 2025, avançamos mais de 5 mil cursos realizados e, em 2026, até agosto, já ultrapassamos 6 mil cursos concluídos. Mais do que crescimento em números, esse movimento mostra que as cooperativas estão incorporando cada vez mais a educação contínua à sua estratégia de desenvolvimento. Para nós, ampliar o acesso ao conhecimento e transformar a aprendizagem em uma ferramenta efetiva para fortalecer pessoas, cooperativas e o cooperativismo é o principal resultado”, afirma a gerente de Educação e Promoção Social do Sistema OCB/MT, Tatiane Perondi. Reconhecimento que leva ao WCM Como parte do reconhecimento, as cooperativas destaque receberão apoio institucional para participação no WCM – World Cooperative Management 2026, que será realizado em outubro, em Belo Horizonte (MG). Considerado um dos grandes fóruns de discussão sobre gestão e inovação no cooperativismo, o evento reúne lideranças e profissionais do setor para compartilhar experiências, conhecimentos e estratégias voltadas ao fortalecimento das cooperativas. As instituições também receberão certificado oficial de reconhecimento como destaque em desenvolvimento de pessoas e terão divulgação institucional nos canais do Sistema OCB/MT como referência em educação. Conheça as cooperativas reconhecidas Ramo Agropecuário Coabra Comajul Cooperfibra Coopergrãos Cooperativa Univale Ramo Crédito Credisis Primacredi Sicredi Ouro Verde MT/PA Sicoob Primavera Sicredi Sudoeste MT/PA Sicredi Grandes Rios MT/PA/AM Ramo Saúde Unimed Cuiabá Unimed Vale do Sepotuba Unimed Rondonópolis Federação Unimeds de Mato Grosso Unimed Norte Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços (TPBS) – Segmento Educacional Cepel Educanobres Cooperar Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços (TPBS) – Segmento Mineral Coogavepe Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços (TPBS) – Segmento Trabalho Cooperfrente Coomser Coopservs Ramo Transporte Coopertrans-MT Cooperbarra Cootram Aprender para transformar Mais do que reconhecer indicadores de participação, o Cooperativas que Aprendem valoriza as instituições que investem de forma contínua nas pessoas e compreendem a educação como uma estratégia para fortalecer a gestão, ampliar competências e preparar as cooperativas para os desafios do futuro. Por meio da CapacitaCoop, cooperados e colaboradores têm acesso a cursos e trilhas de aprendizagem em diferentes áreas, ampliando as oportunidades de desenvolvimento e contribuindo para uma cultura organizacional cada vez mais orientada ao conhecimento. Para o Sistema OCB/MT, reconhecer quem aprende é também valorizar quem contribui para a construção de um cooperativismo mais preparado, inovador e sustentável em Mato Grosso.
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04/09/2026

Sistema OCB/MT participa da entrega de propostas do Fórum Agro MT aos candidatos ao Governo

Documento reúne demandas prioritárias do setor produtivo e contempla propostas relacionadas ao cooperativismo. O Sistema OCB/MT, entregou nesta quinta-feira (3), como integrante do Fórum Agro MT, um documento com as principais propostas e compromissos que o setor produtivo espera dos candidatos ao Governo de Mato Grosso. A entrega foi realizada durante o Diálogo com os Candidatos, promovido pela Aliança do Setor Produtivo, e contemplou os três candidatos mais bem posicionados na disputa: Dra. Natasha Slhessarenko (PSD), Otaviano Pivetta (Republicanos) e Wellington Fagundes (PL). Construído de forma conjunta pelas entidades que integram o Fórum Agro MT, o documento apresenta uma agenda de prioridades para o desenvolvimento de Mato Grosso e reúne propostas relacionadas a temas estratégicos para o estado, como infraestrutura, logística, segurança jurídica, sustentabilidade, desenvolvimento econômico e políticas públicas para o setor produtivo. O cooperativismo também está presente de forma transversal entre as propostas apresentadas, com alguns tópicos que tratam diretamente do fortalecimento do modelo cooperativista. O Sistema OCB/MT contribuiu para a construção dessas sugestões, levando ao documento demandas e oportunidades relacionadas ao desenvolvimento das cooperativas no estado. Para o presidente do Sistema OCB/MT e do Fórum Agro MT, Nelson Piccoli, a iniciativa representa uma oportunidade de apresentar aos candidatos as demandas de um setor que possui papel central na economia mato-grossense. “O agronegócio representa mais de 50% do PIB de Mato Grosso, segundo dados e análises do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA). Isso demonstra a dimensão e a importância que o setor produtivo tem para o desenvolvimento do nosso estado. Por isso, é fundamental que suas demandas sejam ouvidas e estejam presentes no debate sobre o futuro de Mato Grosso. O documento entregue hoje reúne propostas que refletem desafios e oportunidades identificados por quem vive e movimenta o setor diariamente”, destaca Piccoli. Além do Sistema OCB/MT, integram o Fórum a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat) e Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa). A entrega do documento reforça a atuação conjunta das entidades na defesa de uma agenda que contribua para o crescimento sustentável, a competitividade e o desenvolvimento econômico de Mato Grosso. Agenda Institucional do Cooperativismo Mato-grossense -O Sistema OCB/MT também entregará diretamente aos candidatos ao Governo de Mato Grosso um documento próprio, com propostas e compromissos para todos os ramos do cooperativismo, ampliando o diálogo e apresentando as principais demandas e oportunidades para o fortalecimento do setor no estado.
Sistema OCB/MT participa da entrega de propostas do Fórum Agro MT aos candidatos ao Governo
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01/09/2026

Dia C 2026 mobiliza 79 cooperativas e leva cultura, serviços e conhecimento a mais de 11 mil pessoas em Mato Grosso

Turnê do espetáculo Na Linha do Coop – Terra de Muitas Mãos percorreu 17 municípios e aproximou o cooperativismo das comunidades O Sistema OCB/MT encerrou, no domingo (30), em Rondonópolis, a turnê do espetáculo Na Linha do Coop – Terra de Muitas Mãos – 50 anos do Cooperativismo em Mato Grosso, uma das principais ações do Dia de Cooperar (Dia C) 2026. Ao longo da programação, a iniciativa percorreu 17 municípios de Norte a Sul de Mato Grosso, mobilizou 79 cooperativas de diferentes ramos e impactou mais de 11 mil pessoas. A proposta foi levar o cooperativismo para além do ambiente institucional e aproximá-lo da população por meio de uma programação que reuniu cultura, educação, lazer, serviços e informação. Em cada município, o espetáculo foi acompanhado por ações realizadas pelas cooperativas participantes, proporcionando momentos de convivência e atividades voltadas às comunidades. A iniciativa também colocou em evidência a intercooperação, a atuação integrada mostrou, na prática, como a união entre cooperativas pode ampliar o alcance das ações e gerar benefícios para um número maior de pessoas. Para o superintendente do Sistema OCB/MT, Frederico Azevedo, levar informação sobre o cooperativismo à sociedade é fundamental para ampliar o conhecimento e aproximar a população do movimento. “Quando as pessoas conhecem o cooperativismo, entendem melhor como ele nasceu, como se desenvolveu e, principalmente, os resultados que gera para a sociedade. Essa mobilização é importante porque leva informação, desperta o interesse e fortalece o entendimento sobre o papel das cooperativas no desenvolvimento de Mato Grosso.” Cultura para contar a história do cooperativismo Produzido especialmente para as comemorações dos 50 anos do Cooperativismo em Mato Grosso, o espetáculo utilizou a linguagem do teatro e da música para apresentar ao público a trajetória do movimento no estado, seus princípios, seus diferentes ramos e a contribuição das cooperativas para o desenvolvimento econômico e social de Mato Grosso. De acordo com a gerente de Educação e Promoção Social do Sistema OCB/MT, Tatiane Perondi, a escolha da cultura como ferramenta de comunicação permitiu apresentar essa história de maneira acessível e próxima da comunidade. “O espetáculo nasceu para valorizar a cultura e o legado do cooperativismo mato-grossense, contando nossa história, nossos princípios, ramos e a força que as cooperativas representam para o estado.” A proposta também despertou a identificação do público com a mensagem de cooperação apresentada no palco. Para a moradora de Guarantã do Norte, Mirian Sander, que acompanhou uma das apresentações, a experiência foi diferente de tudo o que já havia visto no município. “Eu achei maravilhoso. Nunca tinha assistido a um teatro assim. Foi muito bom, diferenciado. E a história do cooperativismo chamou muito a minha atenção. A gente percebe que, quando está unido, vence. Em grupo, a gente consegue muito mais do que sozinho. Foi bom demais, maravilhoso. Parabéns para vocês,” elogiou a espectadora.
Dia C 2026 mobiliza 79 cooperativas e leva cultura, serviços e conhecimento a mais de 11 mil pessoas em Mato Grosso
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